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35 mil leads atendidos em uma janela de Black Friday

Com um agente de IA da AwSales operando na linha de frente do seu maior lançamento do ano, o G4 conseguiu entrar em contato com toda a base de leads — e transformou capacidade comercial em receita.

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Em 2019, três fundadores com histórico em startups de alto crescimento — Tallis Gomes (Easy Taxi, Singu), Bruno Nardon (Rappi Brasil, Kanui) e Alfredo Soares (VTEX, Xtech) — perceberam que as melhores práticas de gestão do mundo eram inacessíveis para a maioria das empresas brasileiras. A resposta foi construir uma escola de negócios feita por quem já havia escalado empresas de verdade, com método, com cicatriz e com resultado comprovado.

Em seis anos, o G4 saiu de R$11 milhões para mais de R$500 milhões em faturamento, sem dívidas e sem investidores externos. Mais de 87 mil empresas impactadas e 756 mil empregos gerados pelos alunos. O que começou como uma edtech se tornou um ecossistema com três frentes — formação, comunidade e ferramentas — e uma das maiores geradoras de caixa do Brasil, construída de dentro para fora.

Uma operação desse porte gera dezenas de milhares de leads a cada lançamento. Semanas de antecipação, milhões investidos em mídia, conteúdo de aquecimento, lives com audiência massiva. A máquina de captação do G4 funciona. O desafio sempre foi outro: o que acontece depois que o lead entra na lista.

O custo invisível de não falar com todo mundo

Cada lead na base do G4 custou dinheiro para estar ali. Mídia paga, produção de conteúdo, estrutura de captação — tudo isso tem um custo real. Quando o carrinho de um lançamento abre, a expectativa é que o maior número possível desses leads converta. Mas para converter, o lead precisa de algo além de uma boa oferta: ele precisa que alguém resolva as dúvidas dele, quebre as objeções dele, conduza ele até a decisão. De forma personalizada.

O time comercial humano do G4 é competente. Mas tem um teto de capacidade. Com dezenas de milhares de leads para abordar numa janela curta de carrinho aberto, a conta simplesmente não fecha. Cada lead que o time não consegue alcançar é dinheiro que já foi investido para captá-lo e que fica na mesa. Leads com dúvidas sobre o programa, leads que hesitam pelo preço, leads que não sabem se o momento é certo para eles — todos com potencial real de conversão, mas que dependem de uma conversa que o time humano, sozinho, não tem capacidade de ter com todos.

Esse é o gargalo estrutural de qualquer operação de lançamento em grande escala: a captação escala com mídia, mas o atendimento comercial escala com gente. E gente tem limite.

O Aniquilador de Objeções na Black Friday

Para a oferta de Black Friday — a maior do ano — o G4 colocou um agente de IA da AwSales na operação desde o primeiro dia de carrinho aberto. O agente, batizado internamente de Aniquilador de Objeções, entrou pelo WhatsApp com uma função direta: garantir que cada lead da base recebesse uma interação personalizada, independente do tamanho da lista ou da capacidade do time humano.

O agente operou em três frentes simultâneas. Abordou a base completa de inscritos do lançamento via disparos no WhatsApp — iniciando conversas com leads que ainda não tinham dado o primeiro passo. Atendeu quem visitou a página de vendas e não avançou para o checkout. E recuperou quem entrou no checkout e abandonou — pessoas que estavam a um clique da compra e travaram.

Em cada conversa, o agente identificava a situação daquele lead e argumentava a partir dela. Quem hesitava pelo investimento recebia um argumento sobre retorno. Quem questionava se o programa servia para o estágio da sua empresa recebia exemplos concretos de alunos em situação semelhante. Quem tinha dúvida sobre formato ou acesso recebia a resposta na hora, sem fricção. Mais de 35 mil leads foram atendidos ao longo do período de carrinho aberto — cada um com uma interação personalizada, resposta imediata, 24 horas por dia.

O time humano do G4 continuou operando normalmente, focado nos leads de maior complexidade e nas negociações que exigem sensibilidade humana. O agente cobriu o restante da base — a camada de volume que nenhum time humano, por maior que fosse, conseguiria alcançar naquela janela de tempo.

O terceiro maior canal de receita

Quando o G4 consolidou os resultados da Black Friday e analisou a receita por canal, o dado surpreendeu. O Aniquilador de Objeções apareceu como o terceiro maior canal de receita do lançamento — atrás apenas de Meta Ads e Google Ads.


RANKING DE CANAIS DE RECEITA · BLACK FRIDAY G4

1

Meta Ads

2

Google Ads

3

Aniquilador de Objeções · AwSales


Um agente de IA operando exclusivamente no WhatsApp ficou atrás apenas de Meta Ads e Google Ads — canais que receberam milhões em investimento de mídia ao longo de semanas de campanha. O agente da AwSales operou sobre leads que já estavam na base, sem custo adicional de aquisição.

O agente entrou para garantir que nenhum lead ficasse sem resposta. Saiu como o terceiro maior canal de receita da operação.

Cada lead já foi pago. A pergunta é quantos você alcança.

O investimento do G4 em antecipação, captação e mídia já estava feito antes do carrinho abrir. Os leads já estavam na lista. A oferta já existia. A única variável era a capacidade de conversar com cada um deles de forma individual, no momento certo, com a profundidade que a decisão de compra exige.

Sem o agente, uma parcela significativa dessa base teria passado pelo lançamento inteiro sem receber uma única interação personalizada. Leads com potencial real de conversão que simplesmente não cabiam na capacidade do time humano. Receita que já havia sido paga para existir — e que ficaria na mesa.

Com o agente, o G4 conseguiu alcançar toda a base. Cada inscrito recebeu uma conversa. Cada dúvida teve resposta. Cada objeção teve argumento. E o resultado apareceu onde mais importa: na receita.

Para uma operação que cresceu de R$11 milhões para mais de R$500 milhões em seis anos com método e disciplina, a lógica foi direta. A captação já funcionava. O produto já entregava. O que faltava era a capacidade de falar com todos os empresários que levantaram a mão — e garantir que cada um deles tivesse a chance real de tomar uma decisão informada. A inteligência artificial resolveu isso.